São 12 configurações diferentes, entre motores flex e diesel, cabines simples e duplas, trações 4x2 e 4x4, além de três níveis de acabamento e equipamentos – LS, LT e LTZ.
A versão que avaliamos foi a top de linha LTZ com tração 4x4 e motor 2.8 turbodiesel de 180 cv de potência máxima, obtidos a 3.800 rpm. É associado, no caso, a uma transmissão automática de seis velocidades, com Active Select, ou seja, opção de trocas sequenciais. Na dianteira seus freios são a disco, com os traseiros a tambor. Há sistema ABS (antitravamento) nas quatro rodas.
 Chevrolet S10 top de linha: modelo passou por revolução
Não faltam luxos no modelo, que traz ar-condicionado digital com acabamento cromado, bancos do motorista com ajustes elétricos, controles de tração e de estabilidade, controles do sistema de som, áudio e cruise control no volante, luz de neblina traseira, lanternas traseiras em LEDs, regulagem elétrica dos faróis, bancos de couro, alavanca de câmbio, maçanetas externas com acabamento cromado, rodas de liga leve aro 17, pneus 255/65R17, e para-choque traseiro com molduras cromadas, estribos laterais e rack de teto.
Seu preço sugerido é de R$ 130.840, saindo por R$ 132.088 (a cor metálica é um opcional que custa R$ 1.248). Veja abaixo dia a dia como o modelo se saiu nessa convivência de um mês conosco.
30º dia – 9/8/2012 Mais de mil quilômetros depois...
por Luís Perez
Chega ao fim o teste de "Um mês com..." a Chevrolet S10. O modelo passou por uma verdadeira revolução e está muito mais agradável de dirigir. Por vezes é elogiada nas ruas pelo novo visual. Mas não foi só isso. O modelo mudou muito e parece muito, por dentro, um sedã médio.
Alguns leitores escrevem para perguntar que tipo de diesel usar ao abastecer o modelo. No manual do proprietário, a Chevrolet recomenda usar apenas diesel "com alta qualidade e baixo conteúdo de enxofre (máximo de 50 ppm)". Fato é que essa determinação tem se tornado um problema para muitos motoristas – e foi assim para nós, durante o teste.
 A picape Chevrolet S10 que passou o mês conosco
Não há diesel S50 disponível em boa parte dos postos. Conversamos com a General Motors do Brasil, que não recomenda o uso do diesel S500. Mas é claro que esse é, compreensivelmente, o discurso oficial do fabricante, que não pode (e não deve) se responsabilizar por problemas provenientes de combustível de má procedência (que é a maior preocupação).
Ressalto que, até o ano passado, esse era o diesel consumido nos veículos. Se hoje há combustível de melhor qualidade e você pode pagar um pouco mais por ele, melhor assim.
Ao final de um mês, rodamos 1.068 quilômetros, marca que pode ser alcançada quase que só com um tanque, se trafegar só em estradas.
29º dia – 8/8/2012 Última viagem antes do final
por Luís Perez
Falta apenas um dia para que eu tenha de devolver a S10 à GM. Para esta quinta (9), está programada uma última viagem, até Sorocaba (SP). O modelo deve ultrapassar, nesses 30 dias de teste, os mil quilômetros. Até agora, um veículo altamente recomendável. Só é preciso testar a conveniência de ter um modelo desse porte.
28º dia – 7/8/2012 Medição de consumo
por Luís Perez
Enfim acendeu a luz do combustível. Não era sem tempo. Quase um mês rodando com a S10 e nada de o diesel acabar. Dirijo-me ao posto mais próximo. A abertura do compartimento é feita internamente por uma pequena alavanca ao lado da de abertura do capô. No tanque de 76 litros entram 72,02 litros. A R$ 2,10 o litro, pago R$ 151,17. Resultado: 9,29 km/l. Ótimo, levando-se em conta o porte do veículo e o fato de ele ter rodado 90% do tempo na cidade.
27º dia – 6/8/2012 Longe de "amigos do alheio"
por Luís Perez
O clássico porta-luvas da S10 é pequeno. Mas esse detalhe é amenizado pela profusão de porta-objetos. Como voltaria a tocar no assunto, fui verificar quantos são. Dezesseis. O porta-luvas é duplo. A parte de cima se abre também. Gosto da solução. Acho que é possível organizar melhor os objetos do que se fosse um único volume.

 Porta-luvas (alto) e porta-objetos estratégico (acima)
Há porta-objetos até bem estratégicos, como sob um dos bancos traseiros. Ótima solução para manter longe de "amigos do alheio" certos itens que você não quer que sejam levados.
26º dia – 5/8/2012 Sensor crepuscular
por Luís Perez
Se um sensor de estacionamento de série é uma reivindicação minha, a outra é sensor crepuscular. Tenho atravessado túneis e entrado na garagem do prédio tendo de acender os faróis da S10. Acho que não seria má ideia nem muito difícil equipá-la com esse item.
25º dia – 4/8/2012 Acionamento da tração
por Luís Perez
Off-roaders mais "puristas" não gostam de acionamento da tração 4x4 por botões. Preferem as alavancas. Gerações anteriores de picapes médias tinham seletores no painel. A S10 vai mais longe e tanto a 4x4 quanto a 4x4 reduzida podem ser selecionadas por um comando circular que fica no console central, ao lado da (melhor) alavanca de acionamento do freio de estacionamento. A versão anterior tinha freio não de mão, mas de pé, ou seja, o freio de estacionamento era acionado com uma pressão de pedal do pé esquerdo. A tendência é alavanca, como nos carros de passeio.
 Botão circular para acionar a tração 4x4 e 4x4 reduzida
O acionamento da tração é absolutamente fácil e tranquilo, sem o esforço que a alavanca muitas vezes exige.
24º dia – 3/8/2012 Comandos ergonômicos
por Luís Perez
Nem sempre os carros mais novos têm comandos à mão do motorista. A S10 tem. Os comandos dos vidros elétricos, do travamento central e da regulagem dos retrovisores externos estão a um esticar de braço. Normal? Nem sempre!
23º dia – 2/8/2012 Chave escondida
por Luís Perez
Como pede o consumidor contemporâneo, a S10 é recheada de porta-objetos. Um deles produziu uma situação curiosa: não achávamos a chave quando fui retirá-la na sede da GM. Ela estava em uma "gavetinha" em uma das extremidades do painel. Há ainda um porta-objetos (podem ser documentos; coloquei moedas para pagar pedágios) no alto do painel.
22º dia – 1º/8/2012 Interior aconchegante
por Luís Perez
Como estamos usando muito a S10 na cidade, seu interior virou um capítulo à parte em nosso teste. Extremamente espaçoso, consegue ser ao mesmo tempo aconchegante, em que pese o nível maior de ruído do motor diesel, inerente a propulsores a esse combustível. Mas o modelo não perde a pose de “carrão”, mesmo exalando robustez. "Nossa filosofia foi a de criar um projeto suficientemente versátil para satisfazer os mais variados tipos de consumidores. Tínhamos de conseguir linhas que atendessem os clientes que utilizarão a picape diariamente como ferramenta de trabalho e também os que esperam o luxo e a elegância encontrados em carros mais caros", diz Carlos Barba, diretor de design da GM do Brasil.
21º dia – 31/7/2012 Superequipada
por Luís Perez
Alguns internautas escrevem para perguntar quais são os itens que a S10 que estamos testando tem a mais em relação às versões mais básicas. Bem, para começar, se a picape é LTZ, é porque ela tem cabine dupla. Seu ar-condicionado é digital, com acabamento cromado, o banco do motorista tem ajustes elétricos, o modelo vem com controles de tração e de estabilidade, além de comandos do sistema de som, áudio e controlador de velocidade no volante, luz de neblina traseira, lanternas traseiras em LEDs, regulagem elétrica dos faróis, bancos de couro, alavanca de câmbio, maçanetas externas com acabamento cromado, rodas de liga leve aro 17, pneus 255/65R17 e para-choque traseiro com molduras cromadas, estribos laterais e rack de teto.
 Rack de teto e santantônio são diferenciais da versão top
20º dia – 30/7/2012 Acessórios
por Luís Perez
Quem quer deixar a S10 com a sua cara encontra nas concessionárias Chevrolet uma série de acessórios. Quem trabalha com o veículo tem à disposição capota marítima, santantônio, jogos de tapete de borracha, calha para chuva, trilhos para a caçamba, rack de teto lateral e transversal e estribos laterais.
Para curtir, há kit multimídia (com DVD, navegador, entradas para USB e CD player), maçanetas cromadas, sensor de estacionamento (tão necessário na versão cabine dupla...), protetor do para-choque dianteiro e faróis de milha. Alguns já estão à disposição na versão que estamos testando.
19º dia – 29/7/2012 Frente do novo Blazer
por Luís Perez
Olhe a S10 de frente. Gostou? Pois é assim que vai ficar a nova edição do utilitário esportivo Blazer, descontinuado quando a velha S10 saiu de linha. A adoção desse desenho global deve fazer muito bem e dar um ar renovado ao segmento de utilitários esportivos derivados de veículos médios no Brasil.
18º dia – 28/7/2012 "Vai mesmo virar?"
por Luís Perez
Em que pese a revolução no design da S10, que de fato ficou muito bonita, a renovação da picape média da linha da Chevrolet também ajudou o veículo a incorporar itens presentes em outros automóveis da gama. Um singelo exemplo é o alerta de quando a luz de seta está ligada por muito tempo. Algo tempos atrás impensável nas brutas picapes. O alarme toca quando você sinaliza uma mudança de direção e não desliga essa indicação durante muito tempo. Como se o carro dissesse: "E aí, vai mesmo virar? Se não, desligue a seta".
17º dia – 27/7/2012 Comandos no volante
por Luís Perez
Logo nos primeiros dias, fiz o pareamento com o Bluetooth e consigo atender aos telefonemas com um simples toque em um botão do volante. Além de comandos do rádio, do lado esquerdo, à direita o motorista tem à sua disposição o controlador de velocidade, essencial para, sobretudo naquele dia em que saí apressado para pegar o avião, não ultrapassasse o limite das vias. Também é ótimo para viagens longas.
 Comandos do volante incluem som e controlador de velocidade
16º dia – 26/7/2012 Proteção
por Luís Perez
Passamos da metade do mês a bordo da nova S10 e podemos dizer que o carro tem sido aprovado nos testes a que foi submetido até aqui. Até serve para ser um veículo para o dia a dia urbano, mas seu apelo é mais fora de estrada. Extremamente robusta, a picape parece ter forte vocação para pegar no pesado. A posição elevada de motorista e passageiros dão uma sensação de estar mais protegido.
15º dia – 25/7/2012 Cores
por Luís Perez
Alguns leitores escrevem para perguntar o nome dessa cor de S10. Dizem que é um marrom bonito. Mas não é marrom. O nome da cor é cinza Aztec. Faz parte da relação de cinco cores metalizadas disponíveis para a picape. Quem prefere tons mais claros pode optar pelo bege Desert. Cores metálicas acrescem R$ 1.248 ao preço final do veículo. De fato, chama a atenção e é bem imponente por onde passa.
14º dia – 24/7/2012 Leis da física
por Luís Perez
A S10 na versão top que estamos avaliando não carece de itens tecnológicos absolutamente necessários à segurança, como ABS com EBD, airbags, entre outros. Mas vale lembrar que não se deve contrariar as leis da física, ainda mais com um veículo de 180 cv de potência à mão. A versão que estamos dirigindo é a mais pesada de todas – tem 2.061 kg, contra 1.672 kg da versão flex cabine simples. É preciso conduzir com responsabilidade.
13º dia – 23/7/2012 Sensor
por Luís Perez
Ontem introduzi o assunto. Hoje vou complementar... Acho que um item que cairia bem na nova S10 (assim como em outras picapes médias ou grandes) é um sensor de estacionamento traseiro. Por vezes fiquei sem referência de tamanho. Em pelo menos três ocasiões nesta primeira quinzena de testes, passei alguns apuros. Numa delas, sem campo de visão, derrubei a moto de outra pessoa (barbeiragem que causou prejuízo imediato ao bolso). Em outra, encostei na van de outro motorista quando manobrava em plena zona oeste de São Paulo (como ela estava já com várias "escoriações", o motorista preferiu deixar por isso mesmo).
 Vale a pena instalar sensor de estacionamento traseiro
Por fim, encostei demais em várias ocasiões em carros estacionados, enquanto fazia baliza. Urge um sensor.
12º dia – 22/7/2012 Avantajado
por Luís Perez
Fazia tempo que eu não sentia uma dificuldade peculiar em um tipo de veículo. Anos testando dezenas de modelos, eis que a necessidade do teste de "Um mês com..." se justifica. É complicado em uma cidade como São Paulo ter um carro com as dimensões de uma S10 cabine dupla em diante para o dia a dia. São 5,35 metros de comprimento.
 Preste atenção no comprimento do modelo
Difícil de manobrar em algumas garagens, de achar vaga em shopping com facilidade... É preciso pensar nisso antes de verificar que uso se quer dar ao modelo.
11º dia – 21/7/2012 Trocas sequenciais
por Luís Perez
Ah, ontem falei sobre a transmissão automática. Por conta disso, resolvi testar um pouco as trocas sequenciais. E comprovei o que muito se fala sobre esse recurso: é muito agradável de testar, mas depois de um tempo a gente só anda no automático mesmo. São seis velocidades, o que garante trocas de marcha suaves e bem escalonadas. Na versão manual, são cinco velocidades.
10º dia – 20/7/2012 Haja combustível
por Luís Perez
Dez dias com a picape. E estou suando para me desfazer do tanque de combustível. São 76 litros de diesel. Não tenho aqui dados oficiais de consumo, mas acho que o modelo chega perto dos mil quilômetros rodando na estrada – o suficiente para vencer a distância entre São Paulo e Brasília – tranquilamente. Em nosso teste, não sei se será possível, uma vez que estamos rodando praticamente apenas na cidade.
 Rodamos apenas 10% do tempo em estradas
Só fizemos duas viagens ao interior de São Paulo. De resto, é trânsito carregado que a providencial caixa automática trata de amenizar a mão-de-obra do dia a dia.
9º dia – 19/7/2012 Saudações...
por Luís Perez
Um dos primeiros pontos que me chamaram a atenção quando vi o painel da nova S10 pela primeira vez foi o console central. A regulagem circular do ar-condicionado automático dá um tom todo requintado ao modelo. Todos os comandos são intuitivos e o carro tem aquela famosa saudação de boas-vindas ao motorista – quando se liga, os ponteiros azuis vão até o final e voltam. Coisa consagrada em carros esportivos. Mas que nos modelos que a Chevrolet tem colocado no mercado vai muito bem também.
8º dia – 18/7/2012 Desempenho de esportivo
por Luís Perez
Continuo me surpreendendo com o bom desempenho da S10 e já vi que vai ser difícil fazer medição de consumo. Como todo carro diesel, a picape é extremamente econômica. Vou consultar os dados oficiais. Sua aceleração de 0 a 100 km/h é quase igual à de um esportivo, se dá em 10,3 segundos, chegando à velocidade máxima de 180 km/h. Nada desprezível.
7º dia – 17/7/2012 Brincadeira de criança
por Luís Perez
Volto de viagem e já tenho de novo uma pequeno bate-e-volta ao interior de São Paulo. Desta vez vou usar a caçamba da picape como porta-malas. Bagagens, bicicleta, sacolas e toda sorte de objetos que a avó da pequena Júlia quer trazer do interior. Tudo é acomodado na caçamba, devidamente trancada pela chave.
 Caçamba boa para colocar itens de viagem
Na hora de desembarcar, um problema: alguns objetos estão longe demais do alcance das mãos, mais próximos à cabine. Só a caçamba tem capacidade de 1.061 litros. A picape tem capacidade de 1.039 kg. Como fiz para retirar os objetos? Brincadeira de criança: coloquei a pequena Júlia na caçamba, que, como adentrando uma caverna, tratou de resgatar os objetos para mim – e adorou a aventura.
6º dia – 16/7/2012 Rumo ao aeroporto
por Luís Perez
Xiii, o dia começou tenso. Tenho um voo para pegar logo cedo e acordo atrasado. Entro na S10, preciso cruzar a cidade em direção ao aeroporto de Guarulhos. Marginal Tietê lotada. Mas a picape não decepciona. É só a primeira das muitas demonstrações de que a potência de 180 cv a 3.800 rpm aliada ao torque de 47,9 kgfm a 2.000 rpm cabem bem na cidade. Chego em cima da hora e sou o último a entrar no avião. Volto amanhã.
5º dia – 15/7/2012 "Dual cockpit"
por Luís Perez
É comum, durante a condução da S10, a gente ter a sensação de que se está dentro de um sedã de luxo. Isso não acontecia no modelo anterior, que já dava claros sinais de desgaste – afinal, foi mais de uma década e meia de reinado.
 Por dentro a S10 mais parece um sedã
A nova S10 às vezes lembra muito o sedã Cruze, a começar pelo conceito "dual cockpit", que estabelece bem os limites entre motorista e passageiro.
4º dia – 14/7/2012 Acessibilidade
por Luís Perez
Uma das grandes qualidades da nova S10 é sua acessibilidade, apesar de seu porte. Fácil de entrar e sair, em que pese seu tamanho avantajado. Isso foi possível verificar em várias situações de condução urbana em que era preciso desembarcar rapidamente do modelo.
3º dia – 13/7/2012 Motor diesel
por Luís Perez
Por mais que na última década a indústria automobilística tenha tentado convencer de que o diesel, tão usado na Europa até em carros top de linha, mas proibido em veículos de passeio, tem um motor tão pouco ruidoso quanto os propulsores a gasolina ou flex, não é verdade.
Diesel é diesel, em que pese o fato de muitos ainda associarem o combustível a extremos ruído e vibrações. A S10 diesel que estamos testando é extremamente confortável e pouco ruidosa. Mas é preciso levar em conta que dá pra perceber a diferença em relação ao modelos flex. De qualquer forma, a economia (e autonomia) compensa.
2º dia – 12/7/2012 Viagem de 400 quilômetros
por Luís Perez
No segundo dia, a S10 já pego a estrada. Fui para o interior de São Paulo, a cerca de 200 quilômetros da capital, buscar a pequena Júlia na casa de parentes da mãe. A picape faz bonito na estrada. É seu habitat natural.
 A nova S10, picape que enfrentou viagem ao interior
Por dentro, muito conforto, sobretudo proporcionado pelo controlador de velocidade, que permite regular a tocada de modo a não exceder os limites, evitando multas. Vou e volto com muito conforto. No total, já rodei 416 quilômetros com a picape.
1º dia – 11/7/2012 Dimensões generosas
por Luís Perez
Mal deixo o tradicional portão 1 da General Motors do Brasil, na avenida Goiás, em São Caetano do Sul (SP), vejo que o tamanho avantajado da S10 pode dar algum trabalho em manobras.
 Picape deixa GM pelo portão 1 da avenida Goiás, em São Caetano
Ao mesmo tempo em que a modernização do interior impressiona a ponto de encantar (lembro que picapes médias eram bem feias por dentro...), dou um esbarrão no meio-fio ao sair da sede da GM. Preciso prestar atenção. São 5,35 metros de comprimento. O carro responde bem às investidas no acelerador e é muito prazeroso de dirigir.
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