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REPORTAGEM
31/08/2010 - 17h45 Bookmark and Share
"UM MÊS COM..."
Recém-lançado, Aircross já é testado na prática
Versão avaliada do novo Citroën é a top de linha Exclusive, que custa R$ 61.900
da Redação
Nem bem terminou o teste dos 30 dias com o novo Fiat Uno, Interpress Motor iniciou uma nova empreitada, desta vez com o recém-lançado Citroën C3 Aircross. Fabricado em Porto Real (RJ), o modelo é a maior aposta da marca francesa no país dos últimos tempos. Com ele, a empresa pretende ampliar a participação de mercado da marca, que hoje está em 2,5%, para 3,5%, comercializando cerca de 2.000 unidades mensais.

Equipado com motor 1.6 16V Flex de 110 cv (cavalos) com gasolina a 113 cv com álcool, o Aircross, chega em três versões de acabamento. A de entrada é a GL, a intermediária é a GLX, enquanto a top é a Exclusive – é esta que testamos nesta seção "Um mês com...". Ela custa R$ 61.900. As demais têm preço sugerido de R$ 53.900 (GL) e R$ 56.400 (GLX) e R$ 61.900 (Exclusive).

Citroën Aircross - foto Luís Perez
Citroën C3 Aircross: nem ganhou as ruas, mas já está conosco

O veículo tem como base o C3 Picasso europeu, mas foi desenvolvido no Mercosul com um perfil mais aventureiro – daí as barras de alumínio longitudinais, os pneus de uso misto e o estepe na tampa traseira, entre outros detalhes. Seu interior também é diferente em relação à versão europeia, a começar pelos mostradores circulares (na França eles são digitais).

Vale lembrar que o Aircross já está nas concessionárias. No dia a dia do teste, que você confere abaixo, é possível solucionar inúmeras dúvidas a respeito do novo modelo. O Aircross é o nono veículo a passar um mês conosco (o segundo da Citroën). Nesta seção já estiveram: Citroën C4 Pallas, Ford EcoSport automático, Fiat Linea, Nissan Livina, Volkswagen GolChevrolet AgileHonda Civic e novo Fiat Uno.

Galeria de fotos Confira galeria de fotos do Aircross que testamos aqui.

32º dia - 30/9/2010
Conjunto confiável

por Luís Perez

Chega ao fim o teste de "Um mês com..." a bordo do Aircross. Foi uma avaliação inusitada, a começar porque, quando começou, o carro nem estava ainda sendo vendido de fato. Rodamos no total pouco mais de 1.300 quilômetros com o carro – 843 quilômetros no teste e cerca de 500 quilômetros antes de começarmos a contabilizar, pois trouxemos o carro do lançamento, no Rio.

É um carro que recomendamos a compra no segmento, caso o proprietário queira se destacar entre os “cross” disponíveis. Ao oferecer três primeiras revisões gratuitas a quem adquiri-lo até 31 de dezembro, a Citroën tenta driblar a imagem de manutenção cara. Ou seja, a marca sabe que pontos atacar.

Outra questão é: não se deve comprar o automóvel esperando um consumo de 1.0. Com álcool, 6 km/l é alto, mas não absurdo (ainda mais porque se trata de um carro novo, que foi exigido em condições razoavelmente agressivas). Mas pudemos conferir, nesse teste de longa duração, que o modelo é bastante confiável e "na mão" do motorista.

O Aircross tem tudo para ser um sucesso.

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31º dia - 29/9/2010
Bom espaço traseiro

por Luís Perez

Lembra de que comentei que tenho um amigo de infância que foi convidado para uma clínica do Aircross? Pois ele me escreve neste final do teste para fazer um comentário sobre o espaço traseiro do Aircross: "Você chegou a colocar três caras no banco traseiro? É incrível como ele acomoda bem três adultos. Parece carro de segmento maior". Pois é. Ele está curioso para saber quando será lançada a versão "não-cross". "Tenho certeza de que vai vender bem", diz.

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30º dia - 28/9/2010
Day!

por Luís Perez

Não pude comparecer, mas fui convidado para o Aircross Day, uma apresentação especial para clientes em potencial. Aconteceu no último sábado (25), na autorizada Rivoli (zona oeste de São Paulo), e é uma forma muito interessante de aproximar o consumidor do veículo.

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29º dia - 27/9/2010
Só top, só top...

por Luís Perez

Um leitor me escreve para reclamar de que ele não tem encontrado o Aircross a preços mais baixos nas concessionárias que procura. Converso com alguns revendedores. Eles esclarecem que isso pode ocorrer porque os primeiros veículos a chegar são de fato os mais equipados – como o que estamos avaliando, na versão Exclusive, a top de linha. Aos poucos o estoque se diversifica.

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28º dia - 26/9/2010
Sem solavancos

por Luís Perez

Um ponto forte do Aircross é a boa absorção das irregularidades do piso. Desta vez não vou publicar foto, mas a pequena Júlia, praticamente com um ano e meio, não fica pulando com solavancos, mesmo nas cruéis ruas de São Paulo. Segundo a Citroën, na frente a suspensão é independente, tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores pressurizados, enquanto na traseira o conjunto é formado por uma travessa deformável, com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra estabilizadora. Foram adotados amortecedores com stop hidráulico, proporcionando mais conforto.

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27º dia - 25/9/2010
Começando a ser conhecido

por Luís Perez
 
O carro volta às minhas mãos já conhecido do público. Seu comercial já bomba na TV, e o carro é encontrado até em shoppings, devidamente cercado por interessados. O desejo de adquiri-lo começa a ganhar força, segundo pudemos constatar em um desses locais.

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26º dia - 24/9/2010
Hora de falar do interior...


por Roberto Assunção*

No segundo dia em que dirigi o carro para produção de fotos, foi a vez de notar mais no interior do veículo, que traz extremo conforto e praticidades dos comandos. Com a opção de regulagem de altura, que possibilita uma melhor posição para a condução, que conta ainda com ajustes no volante de altura e profundidade.

Não gostei da imprecisão do marcador de combustível, que mesmo sendo abastecido não teve alteração em sua autonomia (será preciso esperar um pouco mais?). Levando-se em conta que estamos em um carro pequeno, seu espaço traseiro ficou muito bom. A unidade testada disponibiliza relógios de marcação de ângulo de inclinação frontal e lateral e bússola.

* Roberto Assunção é repórter fotográfico

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25º dia - 23/9/2010
À prova de raspões

por Roberto Assunção*

Em meu primeiro dia com o carro, foram apenas 20 quilômetros entre casa e trabalho, a maior parte em plena marginal Tietê. Pelo que pude perceber, a Citroën fez bem seu papel. Respostas rápidas em acelerações e ótimo ângulo de visão são os pontos fortes do Aircross. No trânsito urbano a suspensão mais elevada trouxe mais conforto em pisos irregulares e valetas. Praticamente à prova de raspões. Um bom começo!

* Roberto Assunção é repórter fotográfico

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24º dia - 22/9/2010
Discretamente flex

por Luís Perez

Quando o segundo carro flex foi lançado no mercado brasileiro, o Chevrolet Corsa, em junho de 2003 (o primeiro foi o Volkswagen Gol, em março do mesmo ano), o estardalhaço foi total. Imensos adesivos cobriam os carros, mostrando se tratar de uma nova tecnologia. Interessante que os dizeres de "flex" ou simplesmente sumiram (pois é a imensa maioria dos carros vendidos) ou estão bem discretos.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Inscrição "flex" discreta no vidro traseiro

No Aircross, um adesivo bem pequeno adorna o vidro traseiro. A inscrição do nome da versão não está muito diferente – só que no vidro lateral direito. Há uma percepção de que a discrição traz elegância e é assim que os consumidores preferem.

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23º dia - 21/9/2010
A inspiração

por Luís Perez

Esqueci-me de dizer ontem... Apesar de toda a modernidade da expedição – com direito a filmagens, reality e redes sociais – do Aircross, sua inspiração é muito peculiar. Ela se baseia nas célebres travessias realizadas, principalmente na África, pelo fundador da marca, André Citroën, nos anos 20 e 30.

A mais longa delas, batizada de Travessia Negra, foi em 1924 e 1925, percorrendo mais de 50 mil quilômetros entre Oran, na Argélia, e a Cidade do Cabo, divulgando os veículos Citroën equipados com lagartas no lugar das rodas.

Segundo a empresa, essa expedição seguiu-se a uma viagem de aventura chamada Travessia Transahariana, entre Touggourt e Timbuctou, na África Ocidental francesa, realizada em 1922 e 1923. A Travessia Amarela, entre Beirute, Pequim e Saigon, levou dois anos (1931-1932), para percorrer 11 mil quilômetros.

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22º dia - 20/9/2010
Expedicionários, inscrevam-se!

por Luís Perez

Outro leitor ouviu falar de uma expedição que será lançada para o lançamento do Aircross e queria saber do que se trata. Bem, vamos lá... Para marcar o lançamento do modelo, a Citroën vai organizar uma expedição de dez unidades que percorrerá mais de 7.000 quilômetros a partir de Porto Real (RJ), onde o carro é produzido até Minas Gerais, passando por 23 cidades nos Estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Para se inscrever e ser um dos dez jovens que participarão da expedição (que terá formato de reality show), é preciso enviar vídeos, fotos e responder à pergunta: "Por que eu quero participar da Expedição Citroën Aircross?" As imagens vão virar um programa de TV. O prazo termina no dia 1º de outubro.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Nosso Aircross veio da frota que a Citroën apresentou no Rio

Participam da Expedição Citroën Aircross um chef de cozinha, um produtor musical e uma equipe de antropólogos, cada um com uma missão específica. Enquanto o especialista em gastronomia realiza seus estudos de pratos típicos de cada região, cujas receitas serão postadas on-line no site da expedição, o músico captará sons e ritmos regionais para compor a trilha sonora da expedição. Os antropólogos serão comandados pela professora Valéria Grandini, da USP, com a responsabilidade de levantar as peculiaridades culturais, étnicas e sociais das regiões abrangidas pelo roteiro.

Uma ideia bem interessante, antenada com o momento. Ah, o site para fazer a inscrição é http://www.expedicaocitroen.com.br.

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21º dia - 19/9/2010
Obstáculos urbanos

por Luís Perez

Paulo Crispiniano pegou chão de terra batida com o Aircross. De lá pra cá, rodei apenas na cidade, onde a grande questão é: como o carro transpõe lombadas e valetas? Olha, muito bem. Graças ao bom torque (força) do motor: 15,82 kgfm a 4.000 rpm, permitindo sair com destreza desses obstáculos citadinos. O Aircross não é um carro assim tão leve. Seu peso vai de 1.368 kg a 1.404 kg, dependendo da versão e da quantidade de equipamentos. Mas nada fora do comum para quem procura um carro de bom desempenho.

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20º dia - 18/9/2010
Mas é off-road mesmo?


por Luís Perez

Um curioso me para na rua e pergunta: "Ei, mas é 4x4?". Respondo que não. Nem precisaria ser. Tração integral encarece o preço final e a manutenção e pesquisas revelam que mais de 90% dos consumidores não utilizam seus recursos. O que o Aircross traz de diferente (note que evito a palavra “diferencial) é uma altura em relação ao solo elevada em 3,6 centímetros no eixo dianteiro e 4,1 cm no traseiro, proporcionando um vão livre de 23 cm na frente e 24 cm atrás. Acredite. É bem alto!

Citroën Aircross - foto Luís Perez
O Aircross: maior altura em relação ao solo

Centros de gravidade elevados costumam diminuir a estabilidade dos veículos, mas isso não ocorreu com o Aircross (até porque nem é tãaaaaao mais elevado assim), que é muito firme e seguro nas curvas. Os pneus são Pirelli Scorpion 205/60 R16 para uso misto (50% terra e 50% asfalto). Na versão GL, as rodas são de aço com calota Como e, nas GLX e Exclusive, são de liga leve Buggy com acabamento diamantado em preto brilhante.

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19º dia - 17/9/2010
E as malas?

por Luís Perez

Um leitor escreve para perguntar sobre espaço para bagagem. Bem, em relação a isso, não há diferença entre as versões. As três (GL, GLX e Exclusive) têm banco traseiro rebatível com opção de fracionar em um ou dois terços. São 403 litros de porta-malas, que tem as seguintes dimensões: 583 milímetros de altura, 1.233 mm de largura e comprimento máximo de 750 mm. Ao contrário do modelo europeu, o banco traseiro não desliza. Fica a sugestão para a Citroën.

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18º dia - 16/9/2010
Música para os ouvidos


por Luís Perez

Já comentei dias atrás que o Aircross tem um bom equipamento de som. Sim, quem gosta de ouvir música com qualidade vai adorar o conjunto desenvolvido pela Pioneer especialmente para o novo nacional da Citroën. Além de rádio e MP3 player, o dispositivo permite leitura de arquivos WMA, tem viva-voz por Bluetooth (seu iPod ou iPhone nem precisa ser conectado), porta USB e tomada Jack. Há ainda uma função chamada Hifi-like, que espaça as ondas sonoras e melhora a qualidade do som. Infelizmente não podemos avaliar o GPS, uma vez que a unidade testada traz em seu lugar bússola e inclinômetros.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Exemplo de interior com GPS; o nosso não tem

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17º dia - 15/9/2010
O ar-condicionado


por Luís Perez

Ah, esqueci de citar ontem que meu amigo criticou a falta de ar-condicionado digital. Na verdade, ele existe. Apenas na versão Exclusive, a top de linha (que é a que estamos avaliando). Sua eficácia é muito boa – apesar de estarmos no inverno, tem feito dias bastante quentes. Mas não gosto das saídas de ar. Prefiro aquelas que não têm aletas.

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16º dia - 14/9/2010
Pronto seis meses antes

por Luís Perez

Meses antes de o Aircross ser lançado, um amigo de infância, dono de um modelo da Citroën, foi chamado para uma clínica. Ao final, o carro ficou muito parecido com o que ele me descreveu ainda em março deste ano. Ele falou bem do estilo do rack que começa na frente, das rodas e dos faróis. Mas criticou a falta de seta nos retrovisores e o bom acabamento do estepe traseiro (de fato, a Citroën parece ter tomado cuidado extra com esse ponto). "Nada de painel futurista europeu", escreveu. De fato. Mas o brasileiro é conservador quando o assunto é design. Vide como ficou a dianteira de um e de outro.

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15º dia - 13/9/2010

M
aioria acha modelo o mais bonito

por Luís Perez

Terminou a votação da mais recente enquete Interpress Motor, que perguntava a opinião do internauta sobre o aventureiro mais bonito. O Aircross foi eleito com 50,86% dos votos, seguido por Fiat Idea Adventure (15,68%), Volkswagen CrossFox (12,47%), Ford EcoSport (12,20%), Renault Sandero Stepway (5,74%) e Nissan Livina X-Gear (3,06%). Não foram poucos os que votaram: 3.329 internautas.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Aircross: aventureiro mais bonito, segundo os internautas

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14º dia - 12/9/2010
Revisões gratuitas


por Luís Perez

Paro na vaga do prédio. Quando noto, um CrossFox ao lado. Sim, desses laranjões Atacama, a cor de lançamento do aventureiro da Volkswagen. Fica a pergunta: qual dos dois eu teria? Qual é mais bonito?

Acho que a grande peleja em relação à Volkswagen é a grande imagem de confiabilidade que a marca alemã ainda tem no país. O contrário ocorre com as marcas francesas, que estão instaladas há bem menos tempo – embora C3, Xsara Picasso e Aircross sejam produtos nacionais, feitos em Porto Real (RJ).

Citroën Aicross  - foto Luís Perez
Volkswagen CrossFox ao lado do Citroën Aircross

Por conta disso a Citroën está fazendo uma promoção de lançamento: quem adquirir o modelo até 31 de dezembro ganha as três primeiras revisões (10 mil, 20 mil e 30 mil quilômetros). Ao comprar o modelo, o cliente recebe um kit de boas-vindas com três cartões – é obrigatório apresentá-los para ter direito às revisões.

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13º dia - 11/9/2010
O que ele tem que o GL não tem

por Luís Perez

Leitores me cobram um esclarecimento sobre as diferenças entre o Aicross de entrada (o GL) e o que estamos testando (o top Exclusive). Fora o preço (são R$ 8.000 de diferença), claro.

Bem, vamos enumerar o que o GL não tem: freios ABS com EBD, acendimento automático do pisca-alerta em freadas abruptas, duplo airbag frontal, alarme, faróis de neblina, controlador de velocidade, travamento do vidro traseiro no painel, vidro dianteiro com dispositivo “um toque”, vidros traseiros elétricos, descansa-braço dianteiro, terceiro encosto de cabeça traseiro, ar-condicionado digital, banco do motorista com regulagem manual de altura, porta-revista no banco dianteiro, mesinha tipo avião para quem viaja atrás, CD player com USB, Bluetooth e seis alto-falantes, bússola, inclinômetro, maçaneta e pedaleiras cromadas, roda de liga leve aro 16, volante e bancos de couro, sensor de chuva, sensor de estacionamento, para-brisa com velocidade indexada à do veículo, faróis com acendimento automático e navegador embutido no painel (bem, na nossa unidade também não há, pois é bússola e inclinômetro ou GPS). Ufa!

Cabe ao leitor decidir se vale a pena pagar R$ 8.000 a mais.

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12º dia - 10/9/2010
Sensor inteligente

por Luís Perez

Sexta-feira complicada esta. Rendeu até post para o meu blog (leia aqui). Fui mais uma vez expulso de uma via pública pelo funcionário de um estabelecimento que se acha dono da rua que deveria ser de todos os que pagam impostos.

O episódio na porta da Deli Paris serviu, no entanto, para dar uma boa notícia aos futuros donos de Aircross: o sensor de estacionamento que equipa o modelo leva em conta o espaço ocupado pelo estepe na tampa traseira.

Citroën Aircross - foto Luís Perez
Nosso ímpeto era derrubar o cone e estacionar

Ou seja, no que depender do equipamento, o motorista do aventureiro da Citroën não vai espremer o capô do carro estacionado atrás dele com o pneu, coisa que já me aconteceu ao estacionar um EcoSport na frente de um Honda Fit. O sensor já está "gritando" a 30 centímetros de o pior acontecer.

E eu queria que o pior acontecesse ao cone da impunidade...

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11º dia - 9/9/2010
Autonomia no álcool

por Luís Perez

Crispiniano não queria largar o Aircross... "Seria ótimo se pudesse ficar mais um diazinho, pois minha mulher tem compromissos amanhã pela manhã." Sim, até agora, o público está matando a charada. O novo modelo da Citroën é o que diz o adjetivo, novo, e como tal mais gastão do que um carro um pouco mais usado. Faz parte do show.

Mas não espere, na cidade, um consumo tão mais maravilhoso do que 6 km/l a 6,5 km/l. Coisas do álcool (ou etanol...). Na hora de encher o tanque (e no caso do Aircross são 55 litros), obviamente será preciso desembolsar menos reais ao abastecer com álcool. Mas ele vai mais rapidamente.

Viagem longa? Não quer parar? Prefira a gasolina. Não só com o Aircross, mas com qualquer modelo. Nossa viagem Rio-São Paulo não teria como ser feita com um tanque só de álcool (a autonomia não chega a 300 quilômetros). Com gasolina, talvez. A conferir.

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10º dia - 8/9/2010
Vendo o mundo do alto

por Paulo Crispiniano*

Fui escalado para andar com o Aircross no feriado da Independência e, quem sabe, ao final deste teste. Portanto, já posso aqui tecer alguns comentários gerais. O carro anda uma barbaridade. Seu motor 1.6 16V fala muito forte, mas o que o diferencia é o torque, a facilidade de retomada, a aceleração rápida e, digamos, sustentável.

O bicho não engasga, nem se você jogar a quarta no lugar da segunda. (Posso estar exagerando um pouquinho, perdoem-me.) Esse é um aspecto importantíssimo. Segunda coisa muito boa: posição de dirigir. Você voa entre os carros. Suspensão mais alta e o cockpit do Picasso te põem no alto, mas você fica longe de achar que está numa Kombi ou numa Besta.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Estabilidade é ponto forte do comportamento dinâmico do Aircross

A estabilidade é marcante (é bem verdade que não coloquei o Aircross nas curvas da estrada velha de Campos do Jordão, mas vou fazê-lo, aguardem). Ponto ruim: consumo. Meu sobrinho disse que essas coisas acontecem com carros novos, depois sempre fica melhor. O Aircross está com 2.000 quilômetros, se tanto. Mas quem é que vai comprar uma máquina dessa pra fazer 4 km/l de álcool?

Quem vai comprar? Eu, quando o Perez começar a me pagar por palavras, como nos Estados Unidos.

* Paulo Crispiniano é jornalista especializado em turismo

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9º dia - 7/9/2010
Comandos do rádio no volante

por Paulo Crispiniano*

Ouço rádio desde a época da Marlene e da Emilinha Borba. Bem, nem tanto. Meu pai gostava de ouvir (e cantar) a “Laranja Madura” do Ataulfo, mas os K7s que ele levava no Charger RT eram do Martinho da Vila, do Paul Mauriat (alguém se lembra desse?) e, se não me engano, havia um Chico, aquele de "Cálice" e da "Feijoada Completa", desviado no console. Mas sim, em casa ouvia tanto AM que chegava a participar de promoções e visitar os estúdios. Programas esportivas eram mato, do "Balancê" às "20 Notícias do Antonio Guzman".

Muito bem, sem mais delongas. O Aircross, assim como muitos de seus pares, tem um sistema que troca a estação e o volume num dos comandos do volante. Troca também a mídia, passando para o CD, MP3, além do Bluetooth que o Perez já comentou. (Ele também falou de umas rádios internacionais se não me engano baixadas num aplicativo, e eu me senti um dinossauro, pois só consegui lembrar de um rádio valvulado do meu avô que tinha o nome de emissoras internacionais no painel – se lembro bem, algumas sintonizavam).

Ao que interessa, raios! Fico no rádio, trocando de estação a todo momento, do FM pro AM, deste para o FM de novo, e deste para os caras que cobrem o jogo da Portuguesa (sim, há quem faça isso). E não consegui descobrir a utilidade de trocá-las no botãozinho do volante. Muitas vezes, com o intuito de trocar a estação ou aumentar o volume, acabava por trocar a mídia. E lá perdia eu o solo do Jimmy Page ou o pênalti contra a gente. A distância que o rádio está do volante não é tão grande assim a ponto de merecer um sistema desses, acho eu. Para mim, é puro embelezamento, botãozinho pra boi dormir. Mas que parece ser uma tendência no mundo automobilístico, parece.

* Paulo Crispiniano é jornalista especializado em turismo

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8º dia - 6/9/2010
Um híbrido...

por Paulo Crispiniano*

Este não é um comportamento de jipeiro, definitivamente. A etiqueta correta para quem  quer ostentar um Aircross na vaga da garagem ou na frente do restaurante é respingá-lo com apenas um toquinho de lama, o suficiente para não comprometer a virilidade do motorista.

Porque, combinemos, é constrangedor sujar de barro suas rodas de liga leve com acabamento “diamantado” em preto brilhante. Ou, pior, pretejar os cromados dos retrovisores. Com tudo isso, não foi com certo arrependimento que permiti que meu poodle colocasse suas patas xexelentas no couro dos estofados.

Citroën Aircross - foto Paulo Crispiniano
E quem vai querer sujar o SUV compacto da Citroën!?

O Aircross é tido como um SUV, mas eu o vejo mais mesmo como um híbrido. Tem o conforto algo tiozão do Picasso, com seu ótimo espaço interno, altura imponente e o enorme para-brisa dianteiro, com excelente visibilidade, mas também ostenta um nervosismo (o tal torque de que falei ontem) digno de um grupo de galgos diante de um coelho mecânico.

Mas, tiozão ou sobrinho, verdade é que qualquer proprietário do Aircross vai acabar cuidando do carro como naquele comercial de posto.

* Paulo Crispiniano é jornalista especializado em turismo

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7º dia - 5/9/2010

Enfim, uma estrada de terra


por Paulo Crispiniano*

Alô, amigos, estamos de volta. Alô, alô, você. Já tasquei duas saudações famosas para, se é mesmo para ser processado, que seja logo com estilo, que miséria pouca é bobagem. E estamos de volta, contra todos os prognósticos, com um carro melhor! Do novo Uninho para um Citroen pós-Picasso. Obrigado, meu amo e editor.

Conforme você leu no post anterior, que estranhamente vem abaixo deste, Paulo Crispiniano, este seu companheiro de todas as horas das BRs ao sul do Trópico de Capricórnio, foi convocado para dirigir o Aircross em seu (quase) elemento – a terra. Terra ligeira, sem buraco, atoleiro, nada disso. Mas terra, anyway, com desníveis, cascalho e, numa certa hora quase afunilando em "singletrack".

Citroën Aircross - foto Paulo Crispiniano
Aircross: ótimo e péssimo para a terra ao mesmo tempo

E sobre as qualidades do carro na terra, duas constatações muito rasteiras, para começarmos a conversa: a) o Citroen é ótimo nessa superfície, por sua altura bacana – até 24 centímetros em relação ao solo; b) o carro é brilhante nessa superfície, por seu motor 1.6 que fala alto: 113 cv (Mas até aí, xongas. O que conta é o torque, essa palavra tão cara ao mundo ciclomotor. As acelerações, retomadas e a força de subida e ultrapassagem são extraordinárias). E c), que não estava previsto, mas vai de inciso bônus, o carro é péssimo para a terra. Pela razão de que você não vai querer jamais sujá-lo. Eu logo explico.

* Paulo Crispiniano é jornalista especializado em turismo

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6º dia - 4/9/2010
Inclinômetros e bússola!?


por Luís Perez

Na parte central superior do painel, ou o Aircross vem com GPS integrado (o único do segmento a oferecer o item) ou com três mostradores circulares – inclinômetro lateral, inclinômetro longitudinal (mostra ângulos de subida e descida) e bússola. Este segundo caso é o do Aicross que está conosco.

Citroën Aircross - foto Divulgação
Área central do painel do Aicross: inclinômetros e bússola

É uma tendência lançada pela Fiat e presente em vários modelos. Acho o GPS mais útil e prático. Até porque raramente pegamos estrada de terra. Aliás, essa é uma missão para o jornalista Paulo Crispiniano, que pega nosso SUV compacto a partir de amanhã!

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5º dia - 3/9/2010
Nem melhor, nem pior; diferente

por Luís Perez

Quem nos acompanha sempre foi muito bem informado sobre a chegada do Aircross ao Brasil. Fui um dos primeiros (e até hoje um dos poucos) a dirigir o C3 Picasso, no qual se baseia o Aircross (leia aqui). Foi nossa a autoria do furo jornalístico de que o modelo que seria fabricado no Brasil chegaria como aventureiro (aqui).

É impossível não dirigir o Aircross sem lembrar os cerca de 2.000 quilômetros que percorri com o C3 Picasso na França, em um percurso que começou e terminou em Paris e incluiu até um pernoite no banco de trás, em razão da falta de vagas em hotéis na região da Bretanha.

Um amigo dono de carro da marca francesa não aprovou o fato de a Citroën ter adotado um painel com mostradores circulares, em vez dos digitais e, no caso das saídas de ar, retângulos com pontas arredondadas (não lembra a proposta do Uno?). Pois não acho a solução do Aircross nem melhor, nem pior do que a do C3 Picasso. É apenas diferente.

Citroën Aicross - foto Divulgação

Citroën C3 Picasso - foto Luís Perez
No alto, painel do Aircross; acima, o do C3 Picasso europeu

No mais, a pegada é muito, muito parecida. Com uma vantagem: graças à altura em relação ao solo ser mais elevada, o Aircross não raspa com facilidades em lombadas, valetas ou mesmo na garagem do prédio, como alguns modelos (como o próprio C4 Pallas...). A ergonomia é muito parecida. Ou seja, encontrando a posição mais confortável, é possível rodar centenas de quilômetros sem se cansar muito.

As mesinhas tipo avião estão lá, mas sem iluminação. Bem que o Aircross poderia ter o console central do banco traseiro, a cortininha das janelas laterais traseiras (quem viaja com criança em dia de sol sabe a falta que faz...) e o Isofix, equipamento mais eficaz para a fixação de cadeirinha infantil. Nesse ponto, tanto as fábricas nacionais quanto a legislação continuam, sem trocadilhos, engatinhando...

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4º dia - 2/9/2010
Que CD que nada!

por Luís Perez

O equipamento de som do Aircross é um destaque do modelo. E, quem diria, a pequena Júlia, minha filha de dois anos e cinco meses, já usa expressões obsoletas. "Quero o CD do Júlio", diz ela, referindo-se ao personagem do programa "Cororicó", da TV Cultura. Na verdade, não preciso mais andar com CDs. Ao mesmo tempo, tenho centenas deles à minha disposição.

Bastou parear o iPhone com o equipamento de som, via Bluetooth, para ter à disposição todas as canções que quiser. Da mesma forma, baixei um aplicativo de rádios do mundo inteiro e ouço as mais diferentes estações, da França, do Japão, de Porto Rico... Quando Júlia entra no carro e pede "o CD do Júlio", eu coloco na pasta "Infantis" e todas as musiquinhas dela estão lá, sem ocupar espaço e sem medo de ter os CDs riscados ou furtados.

Mas, caso prefira, tem CD player e entrada USB. E o som, feito especialmente para a Citroën, é de alta qualidade.

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3º dia - 1º/9/2010
E o consumo é de...

por Luís Perez

Lá se foi o primeiro tanque do Aircross. O modelo rodou basicamente na cidade, com exceção de uma viagem de 180 quilômetros entre São Paulo e Louveira. No total o carro rodou, com um tanque, 275 quilômetros. Ao abastecer, foi preciso colocar 48,5 litros. Ou seja, o carro fez 5,67 km/l usando exclusivamente álcool. Gastão? Econômico? Na média? Escreva para nós!

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2º dia - 31/8/2010

A abertura do porta-malas

por Luís Perez

Confesso que tenho receio do mecanismo de abertura da tampa traseira desses carros aventureiros em que o Aircross se encaixa. Esse medo foi provocado por inúmeros problemas que tive quando testei as primeiras unidades do Volkswagen CrossFox. Uma vez saí com o carro e a trava não fechou direito e fui até o aeroporto de Guarulhos com uma luz piscando e apitando no painel.

Passado o medo inicial, o Aircross é fácil de manusear – assim como ficaram mais tranquilos os outros similares, depois de uma reformulação. Com a vantagem que o modelo da Citroën é o único a destravar o dispositivo que sustenta o estepe na chave. Basta então puxar uma alça e abrir a 90 graus para que se possa subir a tampa. Depois de fechada, puxa-se novamente a alça para fechar, ouve-se um clique.

Citroën Aircross - foto Luís Perez

Citroën Aircross - foto Luís Perez
Para abrir a tampa traseira, é preciso deslocar o estepe

Menos mão-de-obra dá o EcoSport, cuja tampa abre de lado e o estepe vai junto. Mas é que o modelo da Ford já foi projetado assim. Aircross, Idea Adventure e CrossFox são adaptações de modelos que já existiam – no caso do Aircross, o C3 Picasso europeu. Mas já deixo claro: é muito fácil manusear o estepe do Aircross, ao contrário do que ocorria com os primeiros CrossFox.

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1º dia - 30/8/2010
Na Dutra, centro das atenções


por Luís Perez, enviado especial ao Rio

A primeira prova de fogo do Aircross foi voltar do Rio, onde aconteceu o lançamento – na verdade, praticamente fugimos com o carro para São Paulo. Já na via Dutra, nas poucas paradas que fizemos, o modelo chamou muito a atenção.

Todos queriam ver a novidade e, quando eu voltava do café, havia uma rodinha para conferir a novidade (ainda mais porque a unidade avaliada é vermelha...). O carro veio bem na estrada, bastante ágil e confiável nas manobras.

Só que não medimos o consumo de combustível porque o tanque não estava cheio, pois foi usado por outros jornalistas no test-drive de lançamento. Começaremos a medir assim que o tanque acabar.

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