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REPORTAGEM
19/06/2008 - 12h02 Bookmark and Share
VIAGEM
Citroën C4 Pallas segue da Argentina ao Brasil
Repórter realiza "importação simbólica" do modelo fabricado em Palomar
por LUÍS PEREZ
Buenos Aires simplesmente parou na quinta (19). Várias lojas fecharam mais cedo – o shopping Galerias Pacífico, às 15h –, aviões atrasaram, o trânsito estava um caos... Saí pela cidade para tentar fotografar o Citroën C4 Pallas (que na Argentina é só Citroën C4), mas encontrar qualquer cartão postal "limpo" era impossível.
Tudo em razão da crise do governo argentino com o setor agropecuário, que completa cem dias. Tento fazer uma foto na praça de Maio, parcialmente interditada ao tráfego, com a Casa Rosada ao fundo. Manifestantes me abordam, dizendo que não poderia parar ali. "São só dois minutos", argumento. Permissão dada!

C4 Pallas na praça de Maio - foto Luís Perez
O Citroën C4 Pallas em meio aos protestos na praça de Maio

Galeria de fotos Confira uma galeria de fotos da viagem.
 
Até que um deles percebe que sou brasileiro e o tom grave muda para um bem humorado sorriso, que arremata com a frase: “A Argentina vai ganhar de 3 a 0 do Brasil hoje [quarta, dia 18] à noite”. Previsão furada. O jogo não passou de um chocho 0 a 0 – fui assistir na Recoleta, ao lado de poucos brasileiros. 

Partida - 19/6/2008
Tudo pronto para deixar a capital federal


de Buenos Aires

Esta quinta-feira é dia de trabalho. Interpress Motor começa uma viagem fascinante – mais recomendada caso seja feita sem os bloqueios nas estradas, liderados por produtores rurais em protesto contra o governo Cristina Kirchner –, entre Buenos Aires e o Sudeste brasileiro – o eixo São Paulo-Rio. É um trajeto que todo apaixonado por automóveis e belas paisagens deveriam fazer.

Argentina fábrica PSA

Argentina fábrica PSA
No alto, lateral do carro na fábrica; acima, operário põe emblemas

O modelo escolhido é um C4 Pallas top de linha, cedido pela  Citroën. Motivo: o veículo é fabricado aqui na Grande Buenos Aires, mais exatamente em Palomar, e exportado para o Brasil. O que vamos fazer é uma espécie de "importação simbólica" do sedã, que acaba de ganhar faróis de xenônio bidirecionais (o modelo traz o equipamento).

Depois de passar um mês com o carro (leia aqui), em que realizamos um teste de longa duração, é a vez de atender aos anseios de inúmeros leitores que escreveram, pedindo um uso mais intensivo do carro na estrada. É o que vamos realizar.

Vista aérea de Buenos Aires - foto Google Maps
Vista aérea de Buenos Aires; no centro da foto, a praça de Maio

Aliás, não é a primeira vez que faço essa viagem. Há exatos oito anos percorri 2.500 quilômetros entre as duas maiores capitais da América Latina (leia o relato publicado na época no jornal "Folha de S.Paulo" no InterBlog). Na época a maior preocupação era fugir da Argentina, caríssima por estar dolarizada. Hoje é o contrário. Os preços argentinos estão baratíssimos em relação aos praticados no Brasil. Bem, deixemos de conversa, pois é hora de pegar a estrada!

Até logo mais!

1º dia - 19/6/2008
Chuva e frio até Paso de Los Libres


de Paso de Los Libres


Saímos de Buenos Aires sob muita chuva. Não, não adiantou fazer fotos próximo dos principais cartões postais argentinos. Passeatas, manifestações, muita polícia e sujeira (embalagens de doces, salgadinhos, panfletos e faixas) nas ruas. É muito difícil e demorado sair da cidade – não se sabe se pelos bloqueios nas estradas ou simplesmente por excesso de veículos. Sigo em direção ao acesso norte em um eterno anda-e-pára, no que o câmbio automático do C4 Pallas ajuda bastante.

O trajeto então formado pelas rotas 9, 12 e 14. Ultrapasso uma cegonha carregada de Volkswagen SpaceFox. Trato de chegar mais perto para ver se o que vai escrito nos modelos é mesmo SpaceFox ou Suran (nome que o carro tem na Argentina). Primeira opção. Estou no caminho certo!

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Casinha no meio do nada a cerca de 170 km de Buenos Aires

Muitas obras e buracos na pista pouco depois de 150 quilômetros. Chuvas, ultrapassagens difíceis e temperatura quase sempre na marca dos 12ºC. O tempo acinzentado combina com o estado de espírito do argentino, sobretudo no interior do país. Ele está triste, está em crise. Quando isso acontece, sua tábua de salvação é o dólar.

Para não queimar os últimos pesos que tenho no bolso, quando vou abastecer tento usar cartão. "Não, não aceitamos. Só em dinheiro. Peso ou dólar", diz um frentista. Pergunto se aceitam reais, ao que ele simplesmente ri e diz: "Não, não. Moeda estrangeira, só dólar". Se ele soubesse que o real anda valorizando mais que o dólar...

Por sorte não pego nenhum trecho da estrada bloqueado. Mas vejo o que seria o teatro de operações de um piquete, repleto de tratores, faixas, madeira queimada... Paro em outro posto. Pasme: algumas bombas têm combustível "especial para estrangeiros". Em vez de custar em média 2,50 pesos, o litro da gasolina sai por 3,999 (!) pesos. "É o preço para os carros de patente estrangeira", diz o frentista. Belo cartão de visitas...

Mas como ainda tenho algum combustível e preferiria pagar com cartão, resolvo de novo seguir adiante. Em um arroubo de honestidade, o funcionário do posto então diz: "Olha, daqui a mais dois quilômetros, tem um posto Shell. Mais oito, um Petrobras. Nenhum deles tem tarifa diferenciada". Não encontro os tais postos, após uma bifurcação. Fico sem saber se ele tentou me enganar ou se os postos estavam no caminho que não segui.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Placa ufanista que diz "As Malvinas são argentinas" pichada

A cerca de 115 quilômetros de Paso de Los Libres (cidadezinha bastante pobre, da Província de Corrientes, do lado argentino; do outro lado da fronteira é Uruguaiana), já é possível ouvir rádios brasileiras, com muita música gaúcha e um espirituoso programa chamada "A Voz do Rio Grande", alusão ao oficial "A Voz do Brasil".

Resolvo passar a noite em Los Libres enquanto decido que caminho seguirei em seguida – se vou pela Argentina até Puerto Iguazu (Foz do Iguaçu do lado brasileiro), como fiz há oito anos, ou se entro imediatamente no Brasil, via Uruguaiana (RS). Até ali já havia rodado 766 quilômetros. Paro para jantar no que depois veria que é um dos melhores restaurantes de Los Libres, chamado La Farola.

Abro o mapa e decido deixar para trás o baixo astral argentino (é uma pena mesmo...) e variar o caminho em relação ao que fiz oito anos atrás (ah, as placas "As Malvinas são argentinas" continuam pelo trajeto). Em vez de seguir até Foz, decido entrar em Uruguaiana e seguir pela BR-290 até a encantadora Gramado – que ouvia falar quando criança nos comerciais dos calçados Ortopé. Mas a noite desta quinta é dedicada ao sono em Paso de Los Libres.

2º dia - 20/6/2008
Chego com o inverno a Gramado

de Gramado (RS)


Após um sono restaurador, deixo o hotelzinho em Paso de Los Libres e sigo em direção à fronteira. Sinto um certo frio na barriga, baseada na experiência anterior nesta mesma cidade. Oito anos atrás, atravessar a fronteira foi um estresse. Mas eu imaginava que, desta vez, a travessia seria mais fácil. Primeiro porque da outra vez o Focus tinha placa da Argentina. Não sendo cidadão argentino nem tendo residência no país, apesar de todos os cuidados de documentação da Ford (e olha que não foram poucos na ocasião!), não me deixaram passar, o que foi ocorrer apenas em Puerto Iguazu (Foz do Iguaçu no Brasil). Aliás, não deixaram o carro passar. "Você pode passar, o carro é que não", disse à época o agente da fronteira.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Atravessamos a ponte sobre o rio Uruguai e entramos no Brasil

Desta vez, no entanto, o C4 Pallas tem placa do Brasil – o modelo é fabricado na Argentina, mas foi licenciado no Brasil e enviado a Buenos Aires especialmente para esta reportagem de Interpress Motor. Pego uma fila de carros com placa do Brasil, e minha surpresa é total (desta vez, positivamente). Passo por um guarda de fronteira, não tenho de dizer nem mostrar nada, nem descer do carro.

Quando me dou conta, já venci os 1.419 metros da ponte Getúlio Vargas-Agustin Pedro Justo, sobre o rio Uruguai, e estou em Uruguaiana. A primeira coisa que faço é parar em um café para tomar um expresso brasileiro e comer um pão de queijo (não encontrei nenhum na Argentina).

Abro de novo o mapa e vejo que terei de rasgar de oeste a leste o Estado do Rio Grande do Sul para chegar a Gramado, na serra gaúcha, por volta das 19h. A hospitalidade por onde paro é a marca do brasileiro. A estrada é razoável, com muitos buracos, mas estreita. A supor pela quantidade de cruzes e homenagens a vítimas de acidentes, também é traiçoeira. Mas finalmente o sol dá o ar de sua graça, o que não havia ocorrido em terras argentinas.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Sol dá o ar da graça em solo brasileiro: muitos caminhões

Uma placa da estrada (os avisos são bilíngües, em português e espanhol) cai bem para o momento: "Viaje de dia. É mais bonito e mais seguro". Com cautela nas ultrapassagens e obediência aos avisos de perigo, chego à região metropolitana de Porto Alegre. A senha é dada no anda-e-pára insuportável à beira do Guaíba. Não chego a entrar na capital gaúcha. Pego a BR-116 sentido Caxias do Sul e depois um desvio para Gramado.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
No alto, em Canela; acima, com o Kikito do festival de Gramado

Não havia lugar melhor para estar. E errei por pouco (cheguei por volta das 19h45). Entro na aconchegante cidade um pouco antes do inverno brasileiro, que oficialmente começou nesta sexta (20), às 20h59. Ruas e restaurantes não estão assim tão cheios – há só uma pequena multidão trazida em ônibus amarelos por uma grande operadora de turismo.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Pensa que é Europa? Não, é Canela, cidade da serra gaúcha

Dou uma volta pela cidade à noite. Muito vento, o que faz a sensação térmica ficar inferior aos 7ºC marcados pelo termômetro do carro – aliás, o dos relógios da cidade marcam 3ºC. Visito também a vizinha Canela. Definitivamente, o inverno chegou. E a viagem continua!

3º dia - 21/6/2008
Muita serra e enfim Curitiba

de Curitiba


O trecho entre Gramado e Curitiba, que tinha tudo para ser o mais tranqüilo da viagem até agora, não correspondeu a essa expectativa. Tudo bem que deixei a serra gaúcha por volta das 14h, depois de um tour por Gramado e Canela. Até então já havia rodado 1.560 quilômetros desde Buenos Aires. Porém essa etapa foi mais tensa e cansativa, em boa parte pelo ao mesmo tempo prazeroso trecho de serra.

Logo após tangenciar Caxias do Sul e Vacaria, ainda no Rio Grande do Sul, a tarde caiu na BR-116. Atravesso Lages, Curitibanos e Fazenda Rio Grande sob um breu bem iluminado pela Lua cheia. Nessa hora se nota a eficácia dos faróis de xenônio direcionais, que proporcionam uma visibilidade excepcional.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
O sedã da Citroën ao lado dos característicos tubos de Curitiba

Na Serra do Espigão, no curto trajeto em Santa Catarina, o que mais chama a atenção é a absoluta irregularidade do piso – ele se alterna entre ótimo e péssimo, todo esburacado. Foi inevitável dar uma pancada em um desses buracos com o pneu dianteiro esquerdo. Na escuridão chego a temer por um problema no pneu. Sinto o carro, mas não há nenhum comportamento estranho.

Mesma sorte não teve uma picape S10, logo à minha frente, em um desses trechos ruins. O pneu traseiro direito murchava. Procurei avisar, com faróis e pisca. O motorista custou a acreditar (é difícil admitir que terá de trocar o pneu no meio da escuridão...). Até que, de tanto insistir, seu pneu simplesmente desmanchou.

Argentina-Brasil - foto Luís Perez
Domingo ensolarado no jardim botânico da capital paranaense

Trechos de serra são interessantes para quem gosta de sentir o comportamento do carro. Por inúmeras vezes lancei mão da tecla "S", de esportivo, no console da transmissão. O giro aumenta e o motor tem a agilidade necessária para se aproximar e ultrapassar com segurança. Só sofri um pouco com minha já crônica tendinite, que aumentou um pouco neste último trecho.

Conduzir alguns modelos mais novos, com comandos no volante, lembra um carro de Fórmula 1. Dependendo da estrada, as ações são feitas mais com as mãos do que com os pés – regulagem do controlador de velocidade, seleção da estação de rádio, volume, computador de bordo. Chego a Curitiba às 23h45. Mas a cidade ferve, a notar o movimento em bairros badalados, como o Batel. Sinto-me em casa (no mau sentido) por ter de enfrentar um congestionamento à meia-noite. Próxima parada, São Paulo!

4º dia - 22/6/2008
Uma rodovia de morte

de São Paulo


O horror, o horror, o horror... A BR-116, rodovia Régis Bittencourt, não deveria levar o apelido "rodovia da morte". Certo mesmo seria "rodovia assassina". Porque, em que pese a falta de educação e prudência dos motoristas – sobretudo de alguns caminhoneiros e mesmo motociclistas que insistem em trafegar a 50 km/h na faixa da esquerda –, o maior problema da estrada por onde passamos com o Citroën C4 Pallas neste domingo é a absurda falta de conservação.

Buracos que não deveriam existir na rodovia que liga a maior cidade ao Sul do país, placas que anunciam problemas na pista e no acostamento (por que não resolvem o problema em vez de colocar placas?). Outro absurdo é a falta de opções decentes para parar, comer, tomar um café, dar uma esticada. Não faltam borracharias, oportunisticamente localizada após trechos quase intransitáveis.

Argentina-Brasil - foto Roberto Assunção
O sedã C4 Pallas na avenida Paulista, onde aparece no comercial

Fora esses contratempos, que aliás não são poucos, a viagem ainda assim é bela e pode ser enriquecida se realizada com tempo para visitar a Caverna do Diabo, no parque estadual de Jacupiranga. Boa pedida para quem curte aventuras. Mesmo sendo domingo, peguei um belo congestionamento na entrada de São Paulo, na altura de Taboão da Serra.

Após passar por tantas cidades diferentes, não deixa de ser curioso entrar na maior cidade do país, que é enfim a cidade onde nasci e vivi a vida toda. É sempre lindo andar na cidade de São Paulo. Quando o trânsito deixa... Mais curioso ainda é estar por aqui só de passagem. Porque a aventura não terminou!

Desde que deixei Buenos Aires, tomando como base a praça de Maio (em frente à Casa Rosada, sede do governo argentino), o C4 Pallas já rodou 2.639 quilômetros. Segundo o computador de bordo, o consumo médio em todo esse percurso foi de 10 quilômetros por litro e a velocidade média, 78 km/h.

5º dia - 23/6/2008
Sim, o Rio continua lindo...

do Rio de Janeiro


Surpreendentemente tranqüila a viagem entre São Paulo e Rio de Janeiro com o C4 Pallas, realizada em pouco mais de quatro horas. Para começar, evitei a via Dutra desde a capital paulista, optando pela Carvalho Pinto. A razão é um certo trauma. Da última vez em que passei por lá foi justamente a caminho de um evento em Porto Real (RJ). Estava gripadíssimo, com febre... Preferi evitar tais lembranças.

Assim foi possível vencer aproximadamente 150 quilômetros livre de caminhões, congestionamentos e em velocidade de cruzeiro – 120 km/h. Em Taubaté desembocamos na mais cinqüentenária Dutra, ainda muito ruim (ou terá sido o choque entre duas rodovias tão diferentes?). Pela primeira vez desde que deixamos Buenos Aires o sedã voltou a enfrentar chuva. Na Dutra, com chuva, todo cuidado é pouco.

Argetina-Brasil - foto Luís Perez
O C4 Pallas na frente do tradicional hotel Copacabana Palace

Ouço no rádio que a chuva passara. Não havia passado, o que acabou ocorrendo coisa de cinco minutos depois. Paro na estrada a fim de conseguir algo pontiagudo para reiniciar meu navegador (não sei exatamente me virar bem no Rio) e flagro uma cegonha repleta de carros embrulhados "para presente" (leia aqui). Saco a câmera, tiro algumas fotos, mas ainda tenho tempo de ouvir de alguns curiosos: "Olha, o carro que está aqui é bonito, mas esse seu não deixa nem um pouco a desejar...".

Neste trecho final da "expedição" entre Buenos Aires, onde o C4 Pallas é fabricado, e o Rio de Janeiro, que também já foi sede do governo federal e hoje é a capital do Estado onde fica a fábrica da PSA Peugeot Citroën, a prova de fogo mesmo foi a Serra das Araras, sinuosíssimo (e perigosíssimo) trecho de Piraí (RJ) já bem próximo à cidade do Rio.

Argetina-Brasil - foto Luís Perez
Ao fundo, o Pão de Açúcar; tempo no Rio estava frio e encoberto

Lá o câmbio e os faróis de xenônio foram mais exigidos. São curvas bastante acentuadas com apenas duas estreitas faixas. A recompensa veio logo em seguida: o C4 Pallas enfim desemboca nas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, misturando-se ao cenário carioca. Sim, apesar de frio para os padrões locais (21ºC) e tempo bastente encoberto (quase não se via o Cristo Redentor no Corcovado), o Rio de Janeiro continua lindo.

Argetina-Brasil - foto Luís Perez
Em Porto Real (RJ), à frente da fábrica da PSA Peugeot Citroën 

Do restaurante onde, já tarde da noite, paro para jantar (na mesa ao lado, típica cena carioca, estavam Cleo Pires, Fernanda Paes Leme e Bruno Gagliasso conversando animadamente...), é possível até ouvir o barulho do mar. A missão Buenos Aires-Rio de Janeiro está cumprida.

No total, foram rodados 3.222 quilômetros a uma velocidade média de 76 km/h, consumindo 10,1 km/l. O modelo passou por maus bocados, sobretudo uma pancada no pneu dianteiro esquerdo, que não provocou avarias. É uma viagem muito bela, que vale a pena ser feita, sobretudo em dias ensolarados.


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