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24/04/2009 - 15h52 Bookmark and Share
AVALIAÇÃO
Trunfos da Livina são medidas e custo-benefício
Primeiro carro nacional da Nissan traz motores 1.6 e 1.8 e parte de R$ 46.690
por LUÍS PEREZ, enviado especial a Curitiba (PR)

Começam a ser vistas nas ruas as primeiras unidades da minivan Livina, primeiro automóvel de passeio produzido pela Nissan no Brasil – e o primeiro flex da marca japonesa no país. Faz sua estreia na América Latina por aqui, uma vez que já é vendida em países com China, Indonésia, Vietnã, Taiwan, África do Sul, Malásia e Filipinas.

Chega em quatro versões, com duas motorizações, a 1.6 16V de com potência entre 104 cv (cavalos) e 108 cv (gasolina e álcool, respectivamente) e a 1.8 16V de 125 cv a 126 cv. Traz o motor mais potente da categoria, levados em conta concorrentes diretos, como Honda Fit, Chevrolet Meriva e Fiat Idea. Outro trunfo é o porta-malas, também o maior deles, com 449 litros. Seu comprimento, de 85 centímetros, facilita o transporte de volumes maiores.

Na nomenclatura, o que diferencia a versão básica da top de linha é o sobrenome SL, presente nas Livina mais sofisticadas. Desde a versão básica, o modelo vem com direção elétrica, travas, vidros e retrovisores elétricos, ar-condicionado e airbag para o motorista.

Nissan Livina - foto Divulgação

Nissan Livina - foto Divulgação

Nissan Livina - foto Divulgação
A Nissan Livina, primeiro carro de passeio da marca feito no país

Galeria de fotos Confira mais imagens na galeria.

Nas versões SL há rodas de liga leve aro 15, sistema de freios com sistemas ABS (antitravamento), EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem) e BA (que auxilia em caso de frenagem urgente), faróis de neblina dianteiros, travamento automático das portas com sensor de velocidade, travamento das portas por controle remoto, alarme (somente na 1.8 SL) e airbag para motorista e passageiro. Outro diferencial em relação às versões de entrada é que a SL traz maçanetas das portas e capas dos retrovisores na cor da carroceria.

Em avaliações realizadas em trechos urbanos e rodoviários entre São José dos Pinhais (PR), onde fica a fábrica da Nissan, e Curitiba, o modelo se mostrou bastante esperto na condução, estável nas curvas e manobras e agradável no interior – quem conhece outros modelos da marca, como a picape Frontier (com a qual a Livina divide a linha de montagem) e o X-Trail (importado do Japão), logo nota que se está em um Nissan, o que é bastante positivo.

Os senões ficam por conta, no caso da versão 1.6 16V, do nível de ruído em altas rotações e da embreagem um tanto dura (depois descobri que algumas unidades avaliadas eram pré-série). Já a versão 1.8 16V, além de eliminar a questão da embreagem, empolga bastante em termos de desempenho, conforme Interpress Motor constatou durante o percurso.

Fica outro apelo para a Nissan: que instale logo que possível ajuste de altura para os bancos (pelo menos o do motorista), o que não chegou a comprometer a dirigibilidade, mas é bom ter a opção, e para os cintos de segurança (o volante tem a regulagem de altura). A cabine oferece bom espaço, com o painel em tom escuro em cima e claro embaixo, bem como detalhes prateados. Há ainda um providencial par de porta-copos junto à alavanca do câmbio.

Seu preço sugerido ficou extremamente competitivo, a partir de R$ 46.690 (versão 1.6 16V). A 1.6 SL sai por R$ 51.490. Com motor 1.8, o modelo começa em R$ 50.690 na versão de entrada e R$ 56.690 na SL. Outros diferenciais da versão SL são CD player com função MP3 com entrada auxiliar para iPod, quatro alto-falantes, banco traseiro bipartido, volante revestido de couro e grade frontal cromada (que segue a identidade visual do crossover Murano). Importante também é o prazo da garantia, de três anos.

Desempenho e consumo

Dados de fábrica indicam que, na versão 1.6 16V, que vem com câmbio manual, a Livina acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e chega a 183 km/h de velocidade máxima. Com motor 1.8 16V, que tem apenas transmissão automática, a aceleração ocorre em 10,7 segundos, e a máxima chega a 182 km/h. Esses dados foram obtidos com apenas álcool no tanque.

Os testes de consumo indicaram que, quando roda com gasolina, a versão 1.6 16V percorre 12,8 km/l na cidade e 17,5 km/l na estrada. Com álcool, os valores ficam, respectivamente, em 7,7 km/l e 10,5 km/l. Os resultados do propulsor 1.8 16V não ficam muito distantes. Seu consumo com gasolina é de 11,6 km/l na cidade e de 17,2 km/l em rodovias. Com o uso do álcool, o modelo roda, respectivamente, 7,0 km/l e 10,3 km/l.

Por falar em álcool e gasolina, a Livina inaugura um novo local para o reservatório de partida a frio, localizado entre o capô e o para-brisa, protegido por uma tampa de plástico. Assim não é necessário abrir o capô para abastecer, além de ser mais seguro em caso de batida. A mesma solução acaba de ser adotada no hatchback Tiida flex.

A Nissan espera comercializar até o final do ano 7.200 unidades do modelo, que é um marco da empresa no país, chegando com boas qualidades para disputar um segmento que procura conquistar o comprador sobretudo pela versatilidade. Isso não lhe falta.

O jornalista Luís Perez viajou a convite da Nissan

Nissan Livina
Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, flex, 1.598 cm³ (1.6) e 1.798 cm³ (1.8) de cilindrada
Potência: 104 cv (gasolina) a 108 cv (álcool) a 5.750 rpm (1.6) e 125 cv (gasolina) a 126 cv (álcool) a 5.200 rpm (1.8)
Torque:
14,9 kgfm (gasolina) a 15,3 kgfm (álcool) a 3.250 rpm (1.6) e 17,5 kgfm a 4.800 rpm (álcool e gasolina)
Direção:
elétrica
Câmbio:
manual de cinco velocidades (1.6) e automática de quatro velocidades (1.8)
Suspensão:
dianteira independente tipo McPherson com barra estabilizadora; traseira com eixo de torção, barra estabilizadora e molas helicoidais
Freios:
a disco na dianteira e a tambor na traseira
Dimensões:
4,18 m de comprimento; 1,69 m de largura; 1,57 m de altura; 2,60 m de entreeixos
Peso: 1.159 kg (1.6) a 1.193 kg (1.8 SL)

Tanque: 50 litros
Porta-malas: 449 litros
Preços: R$
46.690 (1.6), R$ 51.490 (1.6 SL), R$ 50.690 (1.8) e R$ 56.690 (1.8 SL)


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